terça-feira, 20 de outubro de 2009

Tripa na Alfândega

Saudades de ver o José Pedro Gomes

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Caím! Caím! Caím!

Não leio Saramago a não ser por obrigação, mas que gosto de o ouvir...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Louçã, Louçã, sempre Louçã

Estou a pensar seriamente em deixar de votar BE. Recuso-me, mais uma vez, a alimentar o culto da personalidade



Aqui, João Teixeira Lopes ainda conseguiu dizer alguma coisa.


Pasme-se! Luis Fazenda, em Lisboa, claro, tem a palavra.


Em Queluz, voltamos ao mesmo.


Retirada estratégica seria evitar ser sempre ele a fazer declarações aos jornalistas e dar lugar aos candidatos.


Na SIC não vou mais longe.

Na TVI, confesso que tive dificuldade em encontrar um vídeo da campanha do BE. É outro sobre a finta que, reparem, Louçã, fez às campanhas dos adversários.

Na RTP temos Luís Fazenda. Pudera! Vinha a casa abaixo.


Sai-se de Lisboa e voltamos ao mesmo. Louçã, Loução, sempre Louçã!?

Em Braga, nem ficamos a saber como se chama o candidato.


No Porto ...


Eu sei que os jornalistas só fazem o que querem mas com uma ajudinha ... talvez os candidatos conseguissem aparecer ... e falar. Se é esse o objectivo ...

Este mesmo exercício com a campanha das legislativas, só ia dar mais do mesmo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Para quem está longe.



Reencontrei uma amiga no face book e esta canção que tantas vezes cantámos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Budapeste

Diário de bordo 28.07.09
A viagem começou bem. Perdemos o avião.
Pudemos escolher um voo, no mesmo dia, que fazia escala em Frankfurt e tivemos oportunidade de fumar nos célebres cubículos de que já tinha ouvido falar.
Algo me dizia que a lei de Murphy ia fazer das suas. A bagagem poderia ficar a meio caminho e ... Bingo!
Quando chegámos a Budapeste, a um aeroporto em tudo parecido com o de Maputo, esperámos duas horas para resolver o problema (Hoje de manhã entregaram-nas no quarto. Em Maputo isso dificilmente aconteceria).
Finalmente entrámos no quarto, completamente esgotados e deparámo com um cochicho deprimente, com uma coluna de madeira enorme no meio, camas separadas e para não fumadores (como a escrita inteligente deste telemóvel, que não reconhece a palavra "fumadores").
Sem querer avançar com grandes reclamações, apenas referimos que tínhamos pedido um quarto para fumadores e deram-nos uma (quase) suite. O Paulo passou o resto da noite a congratular-se por não ter deixado de fumar.
Acabámos o dia em grande, a jantar num restaurante com danças e cantares húngaros.

Diário de bordo 30.07.09
É oficial. Somos os maiores especialistas em bons restaurantes húngaros. Isto, segundo uma colega do Paulo, quando almoçávamos no mesmo restaurante em que tínhamos jantado nos dois primeiros dias.
As temperaturas rondam os 38 graus e as águas são contra-indicadas a pessoas com problemas de circulação ou de coração. A minha tensão foi p´ro brejo.
Após os primeiros dias, em que ainda tive forças para ir assistir a algumas palestras (para além da que o Paulo deu), o mais longe que fomos, foi para lá da Ponte da Liberdade (“Os comunistas mudaram-lhe o nome”), para cima de quinhentos metros, ao Mercado Central (a Praça da Ribeira, com uns bordados húngaros à mistura, num edifício lindíssimo). Umas voltas aos quarteirões mais próximos e ala para o hotel que eu já não aguento o calor.
Só ontem é que fomos ver as termas. Quase nos perdemos nas catacumbas do hotel que, para variar, estão mais quentes que a temperatura exterior. Entrámos na piscina aquecida, a minha tensão desceu e eu subi ... para o quarto. Um desassossego.
Hoje o Paulo foi sozinho. Ele queria experimentar a sauna, que eu não gosto e eu preferi a banheira (assim como assim a água vem toda mais ou menos do mesmo sítio). Para não lhe roubarem os óculos, levou-os para dentro da sauna. Chegou ao quarto com eles todos tortos e rachados, envolto numa névoa que só ele vê.
Para amanhã temos organizada uma ida ao oculista. Depois logo se vê (a ver vamos :)).