Mostrar mensagens com a etiqueta Ser solidário. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ser solidário. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

sábado, 2 de maio de 2009

Personalidades em fuga

Ele aproximou-se do nosso grupo animado, três cervejas depois do desfile chegar à Alameda. Em jeito de cumprimento, sai-me esta “Então era você que estava para ali a gritar no palco e não deixava ninguém ouvir a música” (faço notar que nesta altura, a música na Alameda era, como sempre, uma nublosa salada de ruídos e de músicas indistintas). Seguiu-se a gargalhada geral.
Felizmente, para mim, o Carvalho da Silva é uma personalidade inteligente, com sentido de humor (que se calhar não achou tanta graça como nós mas percebeu a piada) que certamente não me irá evitar num próximo evento. Nem ele nem qualquer um dos meus amigos, que me conhecem e não sentem os seus brios ameaçados pela minha personalidade brincalhona.

Infelizmente o momento não foi dos melhores (acontece) e por isso, aproveitando a maré, o meu pedido público de desculpas.

Os vídeos

Candidato do PS às europeias alvo de apupos e agressões (RTP1)

Vital Moreira abre campanha eleitoral (RTPN)

A notícia

Vital Moreira agredido e insultado na manifestação da CGTP (SIC)

Ofensas pessoais e água atingiram delegação socialista no desfile do 1º de Maio (Público)

Manifestações marcadas por incidentes (Rádio Renascença)

Reacções

Carvalho da Silva (SIC)

Diário de candidatura (Causa nossa)

Ofensas contra Vital Moreira foram “uma agressão contra o PS”, diz Vitalino Canas (Público)

Vital Moreira acusa implicitamente PCP por insultos e agressões no 1º de Maio (Público)

Vital Moreira foi em demanda da sua Marinha Grande ...

Arrastão do Martim Moniz: os suspeitos do costume

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Mais um atropelo

Tinha acabado de ler um post que, não posso dizer que me tenha chocado, tendo eu conhecimento de vários casos idênticos (tornei-me estupidamente insensível) mas mais uma vez, senti-me revoltada.
Agora, a ler o Público . . . sinceramente, sempre pensei que o Supremo Tribunal, pelo menos neste caso, fizesse Justiça. Já não leio mais nada hoje.