Se pela manhã bem cedo, ouvir um político dizer "Aconteça o que acontecer, as poupanças dos portugueses, em qualquer banco que opere em Portugal, estão garantidas", não será razão para entrar em pânico? (SIC)
À tarde "Nós não permitiremos que um banco com impacto significativo no nosso sistema financeiro falhe", destacou Fernando Teixeira dos Santos no final de uma reunião dos ministros das Finanças da União Europeia." (Público)
Mais à frente, um outro político, também com um discurso firme, básicamente assegura-nos que "O Estado cumpre o seu dever ..." (RTP)
Vou dormir.
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terça-feira, 7 de outubro de 2008
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Andar a pé dá saúde
Hoje viajei com um taxista que tinha escrito “morto” na testa.
Com uma condução nervosa, travagens e arranques a todo o instante, reclamava com tudo e com todos. Chegou mesmo a dar murros no volante e vociferar um Raios-que-o-partam-e-todos-os-acessórios-indispensáveis-no-linguajar-de-um-motorista-de-praça-que-se-preze, que eu não posso e não quero aqui transcrever.
Revivendo os carrinhos de choque e a montanha russa em simultâneo, segui viajem com os pés fincados no tapete, as mãos bem firmes na porta e no acento, na esperança que ninguém tivesse lido “morta” na minha testa.
Com uma condução nervosa, travagens e arranques a todo o instante, reclamava com tudo e com todos. Chegou mesmo a dar murros no volante e vociferar um Raios-que-o-partam-e-todos-os-acessórios-indispensáveis-no-linguajar-de-um-motorista-de-praça-que-se-preze, que eu não posso e não quero aqui transcrever.
Revivendo os carrinhos de choque e a montanha russa em simultâneo, segui viajem com os pés fincados no tapete, as mãos bem firmes na porta e no acento, na esperança que ninguém tivesse lido “morta” na minha testa.
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