sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Presidente Nobre ou Alegre?
:)
Eu já escolhi.
E também eu considero «um insulto» a Fernando Nobre «a insinuação que foram os soaristas que incentivaram a sua candidatura» a Presidente da República» (TVI). Até o podem ter sugerido, como eu faria se alguma vez me passasse pela cabeça (e se o conhecesse pessoalmente), mas acredito que o que o move é o facto de que "O país precisa de um Presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil".
Apresentação da candidatura de Fernando Nobre
Sem querer entrar em mais considerações, a mim basta-me rever a candidatura de Manuel Alegre para confirmar que votar em Fernando Nobre não será apenas um prazer mas também o mais acertado.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Prémio Nobel da Paz recusa-se a assinar tratado que proíbe as minas terrestres
"Apesar não fazer parte dos países que assinaram a Convenção de Ottawa, os EUA estarão presentes como "país interessado na segurança global", ressaltou." (Globo.com)
"Das 15.000 a 20.000 pessoas que anualmente são vítimas de minas, mais de 80% são civis e, pelo menos, uma em cada cinco são crianças, segundo a Campanha Internacional para a Proibição das Minas Terrestres. O legado das minas permanece muito para além dos conflitos que estiveram na sua origem. Entre os países mais contaminados do mundo estão o Iraque, o Camboja, o Afeganistão, a Colômbia e Angola." (Unicef)
"premiado com o Prémio Nobel da Paz, pelo seu combate à proliferação nuclear e pelo seu trabalho pela Paz Mundial." (ionline)
"Obama receberá o cheque e uma medalha na cerimônia de premiação em Oslo em 10 de dezembro." (veja.com)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Não seja pseudónima!
Isto vai de mal a pior.

Ministra da Educação, Drª. Isabel Alçada – 59 anos, escritora. Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em Análise Social da Educação pela Universidade de Boston. Ex-administradora da Fundação de Serralves (2000-2004). Professora Adjunta da Escola Superior de Educação de Lisboa. Exerce actualmente funções como Comissária do Plano Nacional de Leitura.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Louçã, Louçã, sempre Louçã
Aqui, João Teixeira Lopes ainda conseguiu dizer alguma coisa.
Pasme-se! Luis Fazenda, em Lisboa, claro, tem a palavra.
Em Queluz, voltamos ao mesmo.
Retirada estratégica seria evitar ser sempre ele a fazer declarações aos jornalistas e dar lugar aos candidatos.
Na SIC não vou mais longe.
Na TVI, confesso que tive dificuldade em encontrar um vídeo da campanha do BE. É outro sobre a finta que, reparem, Louçã, fez às campanhas dos adversários.
Na RTP temos Luís Fazenda. Pudera! Vinha a casa abaixo.
Sai-se de Lisboa e voltamos ao mesmo. Louçã, Loução, sempre Louçã!?
Em Braga, nem ficamos a saber como se chama o candidato.
No Porto ...
Eu sei que os jornalistas só fazem o que querem mas com uma ajudinha ... talvez os candidatos conseguissem aparecer ... e falar. Se é esse o objectivo ...
Este mesmo exercício com a campanha das legislativas, só ia dar mais do mesmo.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Personalidades em fuga
Ele aproximou-se do nosso grupo animado, três cervejas depois do desfile chegar à Alameda. Em jeito de cumprimento, sai-me esta “Então era você que estava para ali a gritar no palco e não deixava ninguém ouvir a música” (faço notar que nesta altura, a música na Alameda era, como sempre, uma nublosa salada de ruídos e de músicas indistintas). Seguiu-se a gargalhada geral.
Felizmente, para mim, o Carvalho da Silva é uma personalidade inteligente, com sentido de humor (que se calhar não achou tanta graça como nós mas percebeu a piada) que certamente não me irá evitar num próximo evento. Nem ele nem qualquer um dos meus amigos, que me conhecem e não sentem os seus brios ameaçados pela minha personalidade brincalhona.
Infelizmente o momento não foi dos melhores (acontece) e por isso, aproveitando a maré, o meu pedido público de desculpas.
Os vídeos
Candidato do PS às europeias alvo de apupos e agressões (RTP1)
Vital Moreira abre campanha eleitoral (RTPN)
A notícia
Vital Moreira agredido e insultado na manifestação da CGTP (SIC)
Ofensas pessoais e água atingiram delegação socialista no desfile do 1º de Maio (Público)
Manifestações marcadas por incidentes (Rádio Renascença)
Reacções
Carvalho da Silva (SIC)
Diário de candidatura (Causa nossa)
Ofensas contra Vital Moreira foram “uma agressão contra o PS”, diz Vitalino Canas (Público)
Vital Moreira acusa implicitamente PCP por insultos e agressões no 1º de Maio (Público)
terça-feira, 18 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
www is with you
The hope is growing stronger.
Now, more than ever, we believe in change. YES YOU CAN
A mudança em tempo real (Arrastão)
Obama venceu! (Arrastão)
A imprensa anda atrás dos blogs (Rui Tavares)
O mundo e «cerca de um milhão de pessoas reunidas no Parque Grant, em Chicago, gritou em uníssono o nome de Barack Obama e o "slogan" eleitoral "Yes, we can".» (Público)
É história (Arrastão)
Presidente Obama! (Causa nossa)
Noutra perspectiva (Jonasnuts)
Era uma vez Obama (Bitaites)
Obama em campanha (Público)
CAETANO, OBAMA E O MULATO (via Cinco Dias)
O SEO de Obama (Marketing de Busca e SEO)
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Hope, is my middle name.
"O jornal considera que Obama “preza o consenso e procura genuinamente unir o país” e que o seu apelo à mudança é poderoso num país “cansado e desmoralizado”. Além disso, acha que dificilmente alguém poderia prometer mudança com mais credibilidade do que um negro – Obama é mestiço, filho de mãe branca e pai negro." (Público)
Todos os dias surgem novos apoiantes e todos os dias aumenta a esperança na sua eleição e na mudança que ela produzirá.
O facto de chamarem à sua campanha um movimento, diz muito sobre o que já mudou.
Eu, por exemplo, nunca me interessei pelas eleições dos EUA (já as nacionais é o que é). Até agora. Como se pode comprovar por este post, por este, este, e este e ainda este e este.
O interesse é de tal maneira generalizado que até ao Quénia vão buscar informações sobre as raizes deste homem. (SIC)
E para ajudar, "O entusiasmo que a candidatura de Obama à presidência está a gerar parece ajudar os membros do seu partido que também vão a votos, dizem analistas." (Público)
"Yes We Can International"?
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Enganado durante 40 anos.
Greenspan explains the Credit Crisis
Greenspan: It's a 'credit tsunami' ( CNN)
Greenspan tells Congress he's shocked by credit crunch (CBS)
Alan Greenspan "Shocked" At Credit System Breakdown (The Post Chronicle)
Greenspan warns unemployment will rise further (AP Associated Press)
He added that recovery in the US housing market was "many months" away. (BBC)
Alan Greenspan foi de 11 de agosto de 1987 até 31 de janeiro de 2006 presidente do Federal Reserve dos Estados Unidos da América. (Wikipédia)
Em nenhuma das notícias é referido o facto de ele ter admitido que se regeu baseado numa ideologia errada.
Mas faltava um . . .
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Burlada pela segunda vez, agora com a ajuda do Estado.
"BCP quer resolver litígios com pequenos accionistas lesados com aumentos de capital de 2000 e 2001" (Diário Económico)
"O BCP acaba de apresentar a“Convenção de Mediação” para tratar de convencer os clientes que foram lesados (...) " quando "Incentivou os seus funcionários para atrair os clientes, a todo o custo. Não importava que fossem doutores ou ignorantes, ricos ou pobres, conhecedores ou leigos, na matéria. Se tinham ou não condições para facilitar-lhes esses créditos ( todos sabemos quão difícil é ter todas as garantias para obter um crédito) O importante era conseguir, quantos mais clientes melhor….O plano estava em andamento ! estava bem oleado ! funcionava às mil maravilhas, para os propósitos do banco." (BCP crime)
. . . não me convencem de que é o Convenio de Mediação e Arbitragem que me vai pagar o que já perdi na brutal desvalorização das tais acções e o que estou a perder nas mensalidades astronómicas, que pago pelo tal crédito à habitação estupidamente vantajoso. Tal como muitos outros
CRIME BCP
CONTINUAÇÃO DO CRIME
VIDEOS BCP CRIME
Por fim, a cereja em cima do bolo. Só faltava isto.
Eu, que estou com a corda bem pertinho da garganta, (apesar de tudo, vou-me aguentando melhor que muitos) vou ajudar o meu agressor a aperta-la.
"Governo quer carta-branca do Parlamento para apoiar os bancos" (Público)
“Por cada contribuinte está o Estado a comprometer-se com quatro mil euros. Que garantias exige aos beneficiários?” (Público)
Optimista, espero que, tal como o BE exige "(...) o Governo assegure o interesse público na aplicação do Plano Teixeira dos Santos, que prevê a criação de uma linha de garantias até 20 mil milhões de euros para ser usada pelo sector bancário em caso de necessidade, e garanta que o Estado não será lesado. (Público)
como também espero « "(...) a responsabilização individual e patrimonial dos membros do Governo, administradores das instituições bancárias" que "responderão com o seu património por eventuais prejuízos que o Estado venha a ter no incumprimento das suas obrigações."» (Público)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
O estouro da boiada
À tarde "Nós não permitiremos que um banco com impacto significativo no nosso sistema financeiro falhe", destacou Fernando Teixeira dos Santos no final de uma reunião dos ministros das Finanças da União Europeia." (Público)
Mais à frente, um outro político, também com um discurso firme, básicamente assegura-nos que "O Estado cumpre o seu dever ..." (RTP)
Vou dormir.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Um NÃO mais redondo que os números
Nancy Pelosi, não podia ser mais clara. Ou podia?
Para que não venham depois dizer que não ouviram . . .
(…) When was the last time anyone ever asked you for seven hundred billion dollars? It’s a staggering figure. And many questions had arisen from that request. And we have been hearing, I think, a very informed debate on all sides of this issue here today.
(…)
Seven hundred billion dollars, a staggering number, but only a part of the cost, of the fail Bush economic policies to our country. (…) Anything goes economic policy. (…) They claim to be free market advocates, when it’s really an anything goes mentality. No regulation, no supervision, no discipline. And if you fail you will have a golden parachute and the taxpayer will bail you out. Those days are over. The party is over in that respect.
Democrats believe in a free market. We know that it can create jobs, it can create wealth, it can create many good things in our economy. But in this case (…) it has created, not jobs, not capital, it has created chaos.
(…)
But it wasn’t just the money that was alarming. It was the nature of the legislation. It gave the secretary of treasure (…) unlimited powers, latitude to do all kind of things and specifically prohibited (…) a revue of any other federal administrative agency. (…) Another aspect (…) that was alarming is that they gave the secretary (...)
Não se consegue ouvir o resto. Quais os outros aspectos alarmantes do "pacote de salvamento" . . . por mim acho que já chega.
"(...) foram muitos os eleitos nas duas bancadas que mantiveram as dúvidas sobre a eficácia ou a legitimidade desta intervenção estatal no sector privado." (Público)
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Deixa ver se percebi . . .
Decidem ir a Washington, discutir o tal "plano de 700 mil milhões de dólares para combater a crise financeira".
Decidem também, fazer um declaração conjunta e . . . logo a seguir . . . McCain surge na televisão, declarando que suspende a campanha e quer adiar o debate presidencial, porque tem que ir a correr para Washington resolver algumas falhas que surgiram (out of the blue).
Se isto não é campanha, eu estou a ficar senil.
Ah! Já me esquecia daqueles pequenos pormenores que tinham que ser limados (com uma grosa muito grande) e que Obama conseguiu inventar em poucas horas.
"O senador do Illinois precisou, num comunicado emitido ao mesmo tempo que a declaração conjunta das duas candidaturas, que o plano de salvação do sistema financeiro deverá responder a cinco princípios essenciais: a supervisão do uso de dinheiros públicos por uma comissão independente; a protecção dos contribuintes assegurando-lhes que o seu dinheiro lhes será restituído quando a crise terminar; a garantia de que o plano não será aproveitado em benefício dos presidentes de Wall Street, cuja irresponsabilidade contribuiu para a crise; a certeza de que o plano irá ajudar as famílias que estão a lutar para manter as suas casas e a garantia de que o plano não irá servir interesses particulares." (Público)
Já agora, vejam o cinco dias.

