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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Presidente Nobre ou Alegre?

Qual é a dificuldade?
:)
Eu já escolhi.
E também eu considero «um insulto» a Fernando Nobre «a insinuação que foram os soaristas que incentivaram a sua candidatura» a Presidente da República» (TVI). Até o podem ter sugerido, como eu faria se alguma vez me passasse pela cabeça (e se o conhecesse pessoalmente), mas acredito que o que o move é o facto de que "O país precisa de um Presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil".

Apresentação da candidatura de Fernando Nobre


Sem querer entrar em mais considerações, a mim basta-me rever a candidatura de Manuel Alegre para confirmar que votar em Fernando Nobre não será apenas um prazer mas também o mais acertado.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Louçã, Louçã, sempre Louçã

Estou a pensar seriamente em deixar de votar BE. Recuso-me, mais uma vez, a alimentar o culto da personalidade



Aqui, João Teixeira Lopes ainda conseguiu dizer alguma coisa.


Pasme-se! Luis Fazenda, em Lisboa, claro, tem a palavra.


Em Queluz, voltamos ao mesmo.


Retirada estratégica seria evitar ser sempre ele a fazer declarações aos jornalistas e dar lugar aos candidatos.


Na SIC não vou mais longe.

Na TVI, confesso que tive dificuldade em encontrar um vídeo da campanha do BE. É outro sobre a finta que, reparem, Louçã, fez às campanhas dos adversários.

Na RTP temos Luís Fazenda. Pudera! Vinha a casa abaixo.


Sai-se de Lisboa e voltamos ao mesmo. Louçã, Loução, sempre Louçã!?

Em Braga, nem ficamos a saber como se chama o candidato.


No Porto ...


Eu sei que os jornalistas só fazem o que querem mas com uma ajudinha ... talvez os candidatos conseguissem aparecer ... e falar. Se é esse o objectivo ...

Este mesmo exercício com a campanha das legislativas, só ia dar mais do mesmo.

sábado, 2 de maio de 2009

Personalidades em fuga

Ele aproximou-se do nosso grupo animado, três cervejas depois do desfile chegar à Alameda. Em jeito de cumprimento, sai-me esta “Então era você que estava para ali a gritar no palco e não deixava ninguém ouvir a música” (faço notar que nesta altura, a música na Alameda era, como sempre, uma nublosa salada de ruídos e de músicas indistintas). Seguiu-se a gargalhada geral.
Felizmente, para mim, o Carvalho da Silva é uma personalidade inteligente, com sentido de humor (que se calhar não achou tanta graça como nós mas percebeu a piada) que certamente não me irá evitar num próximo evento. Nem ele nem qualquer um dos meus amigos, que me conhecem e não sentem os seus brios ameaçados pela minha personalidade brincalhona.

Infelizmente o momento não foi dos melhores (acontece) e por isso, aproveitando a maré, o meu pedido público de desculpas.

Os vídeos

Candidato do PS às europeias alvo de apupos e agressões (RTP1)

Vital Moreira abre campanha eleitoral (RTPN)

A notícia

Vital Moreira agredido e insultado na manifestação da CGTP (SIC)

Ofensas pessoais e água atingiram delegação socialista no desfile do 1º de Maio (Público)

Manifestações marcadas por incidentes (Rádio Renascença)

Reacções

Carvalho da Silva (SIC)

Diário de candidatura (Causa nossa)

Ofensas contra Vital Moreira foram “uma agressão contra o PS”, diz Vitalino Canas (Público)

Vital Moreira acusa implicitamente PCP por insultos e agressões no 1º de Maio (Público)

Vital Moreira foi em demanda da sua Marinha Grande ...

Arrastão do Martim Moniz: os suspeitos do costume

terça-feira, 18 de novembro de 2008

"Mas tenho muitas dúvidas e algumas inquietantes certezas. A ligação da linha de Cascais ao resto da rede ferroviária parece-me do mais elementar bom senso. Mas não fiquei convencido da exequibilidade desta obra e pareceu-me sentir algumas dúvidas do presidente do LNEC, o que me deixou preocupado. Não gostaria de assistir a uma nova novela igual à do túnel do Terreiro do Paço. Preocupam-me especialmente os efeitos desta construção nas cíclicas cheias que aquela zona sofre, e a que Ribeiro Telles chamou à atenção (de uma forma menos pedagógica do que é habitual) no programa.

O negócio com a Liscont tresanda e é para mim o principal problema de toda esta história. Tenho pena que o movimento criado não se tenha concentrado apenas nisto. Por mim, esta é a única razão fundamental porque me oponho ao processo. E seria razão suficiente para Sá Fernandes não se sentar no lugar onde se sentou no debate desta noite. Aliás, começa a ser estranho este hábito de António Costa se esconder atrás do vereador do ambiente de cada vez que o tema é difícil. Não é a primeira vez que o faz. A cidade espera ver o presidente da Câmara eleito num debate destes. E eu esperava ouvir de Sá Fernandes uma condenação clara de um negócio tudo menos transparente. Pode até ser que tivesse de ser a Liscont a manter a concessão da exploração do terminal. Mas a forma como se tentou que tudo acontecesse sem que ninguém desse por nada levanta todas as suspeitas. Ainda mais quando se sabe o que é a Mota-Engil. Cheira mal. Muito mal.
" (Arrastão)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Enganado durante 40 anos.

«"Cometi um erro ao confiar que o livre mercado pode regular-se a si próprio sem a supervisão da administração", afirmou o homem que esteve 18 anos ao comando da Fed.» (Público)

Greenspan explains the Credit Crisis



Greenspan: It's a 'credit tsunami' ( CNN)

Greenspan tells Congress he's shocked by credit crunch (CBS)

Alan Greenspan "Shocked" At Credit System Breakdown (The Post Chronicle)

Greenspan warns unemployment will rise further (AP Associated Press)

He added that recovery in the US housing market was "many months" away. (BBC)

Alan Greenspan foi de 11 de agosto de 1987 até 31 de janeiro de 2006 presidente do Federal Reserve dos Estados Unidos da América. (Wikipédia)

Em nenhuma das notícias é referido o facto de ele ter admitido que se regeu baseado numa ideologia errada.

Mas faltava um . . .

Referring to his free-market ideology, Mr. Greenspan added: “I have found a flaw. I don’t know how significant or permanent it is. But I have been very distressed by that fact.”

Mr. Waxman pressed the former Fed chair to clarify his words. “In other words, you found that your view of the world, your ideology, was not right, it was not working,” Mr. Waxman said.

“Absolutely, precisely,” Mr. Greenspan replied. “You know, that’s precisely the reason I was shocked, because I have been going for 40 years or more with very considerable evidence that it was working exceptionally well.” (The New York Times)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Burlada pela segunda vez, agora com a ajuda do Estado.

Ainda às voltas com questões antigas . . .

"BCP quer resolver litígios com pequenos accionistas lesados com aumentos de capital de 2000 e 2001" (Diário Económico)

"O BCP acaba de apresentar a“Convenção de Mediação” para tratar de convencer os clientes que foram lesados (...) " quando "Incentivou os seus funcionários para atrair os clientes, a todo o custo. Não importava que fossem doutores ou ignorantes, ricos ou pobres, conhecedores ou leigos, na matéria. Se tinham ou não condições para facilitar-lhes esses créditos ( todos sabemos quão difícil é ter todas as garantias para obter um crédito) O importante era conseguir, quantos mais clientes melhor….O plano estava em andamento ! estava bem oleado ! funcionava às mil maravilhas, para os propósitos do banco." (BCP crime)

. . . não me convencem de que é o Convenio de Mediação e Arbitragem que me vai pagar o que já perdi na brutal desvalorização das tais acções e o que estou a perder nas mensalidades astronómicas, que pago pelo tal crédito à habitação estupidamente vantajoso. Tal como muitos outros

CRIME BCP

CONTINUAÇÃO DO CRIME

VIDEOS BCP CRIME

Por fim, a cereja em cima do bolo. Só faltava isto.
Eu, que estou com a corda bem pertinho da garganta, (apesar de tudo, vou-me aguentando melhor que muitos) vou ajudar o meu agressor a aperta-la.

"Governo quer carta-branca do Parlamento para apoiar os bancos" (Público)

“Por cada contribuinte está o Estado a comprometer-se com quatro mil euros. Que garantias exige aos beneficiários?” (Público)

Optimista, espero que, tal como o BE exige "(...) o Governo assegure o interesse público na aplicação do Plano Teixeira dos Santos, que prevê a criação de uma linha de garantias até 20 mil milhões de euros para ser usada pelo sector bancário em caso de necessidade, e garanta que o Estado não será lesado. (Público)

como também espero « "(...) a responsabilização individual e patrimonial dos membros do Governo, administradores das instituições bancárias" que "responderão com o seu património por eventuais prejuízos que o Estado venha a ter no incumprimento das suas obrigações."» (Público)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Um NÃO mais redondo que os números

Acabei de ver, no cinco dias, a rejeição ao tal plano.

Nancy Pelosi, não podia ser mais clara. Ou podia?

Para que não venham depois dizer que não ouviram . . .

(…) When was the last time anyone ever asked you for seven hundred billion dollars? It’s a staggering figure. And many questions had arisen from that request. And we have been hearing, I think, a very informed debate on all sides of this issue here today.
(…)
Seven hundred billion dollars, a staggering number, but only a part of the cost, of the fail Bush economic policies to our country. (…) Anything goes economic policy. (…) They claim to be free market advocates, when it’s really an anything goes mentality. No regulation, no supervision, no discipline. And if you fail you will have a golden parachute and the taxpayer will bail you out. Those days are over. The party is over in that respect.
Democrats believe in a free market. We know that it can create jobs, it can create wealth, it can create many good things in our economy. But in this case (…) it has created, not jobs, not capital, it has created chaos.

(…)
But it wasn’t just the money that was alarming. It was the nature of the legislation. It gave the secretary of treasure (…) unlimited powers, latitude to do all kind of things and specifically prohibited (…) a revue of any other federal administrative agency. (…) Another aspect (…) that was alarming is that they gave the secretary (...)

Não se consegue ouvir o resto. Quais os outros aspectos alarmantes do "pacote de salvamento" . . . por mim acho que já chega.

"(...) foram muitos os eleitos nas duas bancadas que mantiveram as dúvidas sobre a eficácia ou a legitimidade desta intervenção estatal no sector privado." (Público)

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Deixa ver se percebi . . .

Barack Obama (segundo o mesmo) entrou em contacto com John McCain e sugeriu que unissem esforços no sentido de trabalhar em conjunto para limar as falhas do "plano”. Coisa de pouca monta. Obama enuncia algumas delas e por aí poderão ver como o homem é picuinhas.

Decidem ir a Washington, discutir o tal "plano de 700 mil milhões de dólares para combater a crise financeira".

Decidem também, fazer um declaração conjunta e . . . logo a seguir . . . McCain surge na televisão, declarando que suspende a campanha e quer adiar o debate presidencial, porque tem que ir a correr para Washington resolver algumas falhas que surgiram (out of the blue).
Se isto não é campanha, eu estou a ficar senil.

Ah! Já me esquecia daqueles pequenos pormenores que tinham que ser limados (com uma grosa muito grande) e que Obama conseguiu inventar em poucas horas.
"O senador do Illinois precisou, num comunicado emitido ao mesmo tempo que a declaração conjunta das duas candidaturas, que o plano de salvação do sistema financeiro deverá responder a cinco princípios essenciais: a supervisão do uso de dinheiros públicos por uma comissão independente; a protecção dos contribuintes assegurando-lhes que o seu dinheiro lhes será restituído quando a crise terminar; a garantia de que o plano não será aproveitado em benefício dos presidentes de Wall Street, cuja irresponsabilidade contribuiu para a crise; a certeza de que o plano irá ajudar as famílias que estão a lutar para manter as suas casas e a garantia de que o plano não irá servir interesses particulares." (Público)

Já agora, vejam o cinco dias.